Tudo sobre a pílula anticoncepcional
Pílula engorda?
Em alguns
casos, sim. “O estrógeno, um dos hormônios que compõem a maioria dos
anticoncepcionais, pode provocar aumento de apetite. A progesterona,
outro hormônio presente, pode induzir a retenção de líquidos e deixá-la
mais inchada”, diz Ângela Maria Bacha. No segundo caso, não há aumento
de gordura propriamente dita, mas você sente na balança (líquido pesa!) e
no corpo (que incha!). No entanto, segundo a especialista, esses
sintomas incomodam apenas cerca de 15% das mulheres. “Muitas vezes, o
anticoncepcional engorda por efeito psicológico. A paciente usa a pílula
como desculpa para justificar aqueles quilinhos extras que, na verdade,
têm origem lá naquele chocolate a mais”, diz a ginecologista. O jeito é
continuar de olho na alimentação e também no peso. Sentiu que engordou
sem ter modificado os hábitos à mesa? Converse com seu ginecologista e
tente encontrar um método que não provoque o problema.
Devo trocar o método que uso de tempos em tempos?
Não
se mexe no time que está ganhando! Se você não sofre com efeitos
colaterais e consulta seu médico regularmente, pode continuar com o seu
método tranquilamente.
Chá, dieta e medicamentos afetam a eficácia do anticoncepcional?
“O chá e a dieta não costumam interferir na eficiência dos anticoncepcionais. No entanto, alguns antibióticos (rifampicina, ampicilina, tetraciclina) e remédios usados para tratamento de epilepsia prejudicam, sim, a ação da pílula”, diz César Eduardo Fernandes. Se por algum motivo você precisar usar um desses medicamentos, considere que você não está completamente protegida. O melhor aqui também é conversar com o seu médico.
Trocar a pílula com frequência causa algum problema?
“Não
é a melhor estratégia. A troca deve ser feita apenas com recomendação
médica. Os efeitos colaterais mais comuns, como enjoos, retenção hídrica
e dor de cabeça costumam ser transitórios e tendem a desaparecer nos
meses seguintes”, diz César Eduardo Fernandes.
O anticoncepcional causa trombose?
“A
trombose pode aparecer numa parcela pequena de mulheres, principalmente
nas fumantes, com mais de 35 anos ou com predisposição genética”, diz
Rosa Maria Neme. “Se é o seu caso, vale consultar o médico, que, após
pedir exames mais específicos, pode decidir que método é mais indicado
para o seu caso”, fala a especialista.
Quando você trocar você deve se previnir no minimo 2 meses com camisinha pela demora do organismo acostumar com o outro remedio entao nessa troca pode haver uma gravides.
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